
Durante a história da humanidade é possível identificar diversos momentos de transição. Momentos da história onde temos a plena certeza do que já é considerado “velho”, mas ainda não sabemos absolutamente nada do que está por vir. O ano de 2012 talvez seja o ponto de convergência deste pensamento. Ditadores pelo mundo morrem às pressas e chuvas reorganizam a terra. Existe grande expectativa sobre novos rumos, novas redes, novos consumidores. Mudanças que, isoladamente, pouco impactam pelo mundo, mas juntas configuram um novo cenário. Nos encontramos num grande e indescritível vão entre os modelos que aprendemos com a Revolução Industrial e os modelos desta nova era que se anuncia. Um cenário quase definitivo onde boas ideias passam a valer mais que boas desculpas, que simplicidade útil seja mais valorizada que o discurso complexo e pouco eficiente, escondido pela tecnologia.
Essa grande onda, esta mudança, leva quase tudo. No entanto a essência deste planeta, permanece a mesma: Nós mesmos. Capazes das boas e más coisas que provamos desde o início de nossa nebulosa criação – somos os mesmos. Incapazes de viver num ritmo tão acelerado, somos os mesmos, buscando sem saber, uma desaceleração de todo esse processo. Estamos em busca do nexo das coisas que [...]

Durante a história da humanidade é possível identificar diversos momentos de transição. Momentos da história onde temos a plena certeza do que já é considerado “velho”, mas ainda não sabemos absolutamente nada do que está por vir. O ano de 2012 talvez seja o ponto de convergência deste pensamento. Ditadores pelo mundo morrem às pressas e chuvas reorganizam a terra. Existe grande expectativa sobre novos rumos, novas redes, novos consumidores. Mudanças que, isoladamente, pouco impactam pelo mundo, mas juntas configuram um novo cenário. Nos encontramos num grande e indescritível vão entre os modelos que aprendemos com a Revolução Industrial e os modelos desta nova era que se anuncia. Um cenário quase definitivo onde boas ideias passam a valer mais que boas desculpas, que simplicidade útil seja mais valorizada que o discurso complexo e pouco eficiente, escondido pela tecnologia.
Essa grande onda, esta mudança, leva quase tudo. No entanto a essência deste planeta, permanece a mesma: Nós mesmos. Capazes das boas e más coisas que provamos desde o início de nossa nebulosa criação – somos os mesmos. Incapazes de viver num ritmo tão acelerado, somos os mesmos, buscando sem saber, uma desaceleração de todo esse processo. Estamos em busca do nexo das coisas que fazemos.
Neste cenário, espera-se muito uma renovação. Tanta complexidade trouxe pequenos colapsos nesse imenso sistema nervoso chamado Terra. Espera-se, como espera-se a Cristo, ideias extraordinariamente simples que possam ser entendidas por todos, suficientemente pequenas que nos façam prestar mais atenção na mensagem, algo suficientemente despretensioso que nos mostre aquilo que esquecemos. Extraordinariamente descomplicada ao ponto de poder ser repassada. Num mundo de megawatts hora, gigabytes por segundo, hectares por minuto, ufa, é realmente preciso desacelerar. Tonar simples.
Nossa empresa está inserida neste mundo e nestas mudanças. Assim como nossos clientes, também estamos aprendendo a lidar com novos perfis e comportamentos. Criar uma organização que venha para rotular, sistematizar e burocratizar os processos de vida é ir na contra-mão de nossas atuais necessidades. Aqui nesta agência, fazemos comunicação. Apenas isso. Não salvamos vidas, não descobrimos novas fontes de energia. Fazemos apenas a parte que nos cabe: comunicar. Digital ou analógico, online ou offline; as pessoas estão com fome de boas ideias e sinceridade. Nossa empresa vem para desmitificar todo esse universo levado tão a sério: o da comunicação.
Nossa missão neste tão esperado, comentado, temido, profetizado 2012 é comunicar digitalmente, comunicar diretamente, comunicar de maneira humana e assustadoramente simples – daquelas ideias que você com certeza já disse um dia: Caramba! Como não pensei nisso antes. Porque é desse verbo que as pessoas, mercados e atitudes necessitam: descomplicar Sim. Nós fazemos sites, fazemos fan pages, blogs, tumblr e vamos “fazer” qualquer outra novidade que pintar na rede. Mas, muito mais que fazer, é preciso que fique claro: utilizamos tudo isso. Neste caso, fazemos uso para comunicar. Comunicação que vem, pra você, digitalmente simples.
Apenas isso. E nada mais.